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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Região Centro-Oeste



Dados Gerais 

A Região Centro-Oeste é umas da cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) em 1969. É formada por três estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, mais o Distrito Federal, onde se localiza Brasília, a capital do país e a cidade mais populosa da região.
Com uma área de 1 606 403,506 km³, o Centro-Oeste é a segunda maior região do Brasil em superfície territorial, superada apenas pela Região Norte, sendo um pouco maior que a área do estado do Amazonas ou da Região Nordeste. Por outro lado, é a região menos populosa e possui a segunda menor densidade populacional, novamente superior à da Região Norte. Por esse motivo, apresenta algumas concentrações urbanas e grandes vazios demográficos.
Das regiões brasileiras, o Centro-Oeste é a única região que faz limite com todas as demais e, ao mesmo tempo, a mais interiorana do país, sendo a única que não possui litoral.

Economia 

A Região Centro-Oeste apresenta população urbana relativamente numerosa. No meio rural, entretanto, predominam densidades demográficas muito baixas, o que indica que apecuária extensiva é a atividade mais importante. A agricultura comercial, por sua vez, vem ganhando grande destaque nos últimos anos e já supera o extrativismo mineral e vegetal. As atividades industriais, entretanto são ainda pouco expressivas. No entanto chama atenção o Distrito Agroindustrial de Anápolis onde se encontra o maior parque industrial do Centro-Oeste do Brasil com destaque para a indústria farmacêutica (Laboratórios Teuto Brasileiro) (com participação de 40% da Pfizer), Neoquímica (da Hypermarcas), Greenpharma, Melcon (com participação de 40% do Laboratório Aché), dentre outras); a montadora de carros coreana Hyundai Motor Company; a Estação Aduaneira do Interior (EADI ou Porto Seco); empresas de fertilizantes (Adubos Araguaia, Fertilizantes Mitsui), etc.

Setor primário
Agricultura

A agricultura de subsistência, com o cultivo de milho, mandioca, abóbora, feijão e arroz, através de técnicas primitivas, sempre se constituiu em atividade complementar à pecuária e ao extrativismo. O crescimento populacional que vem caracterizando a região, a melhoria das vias de comunicação e o mercado consumidor sempre expressivo do Sudeste têm aumentado muito o desenvolvimento da agricultura comercial.
As áreas agrícolas de maior expressão no Centro-Oeste são:
• O "Mato Grosso de Goiás", área de solos férteis localizada no sudeste de Goiás, que é destacado centro produtor de arroz,algodão, café, milho e soja;
• O Vale do Paranaíba, no extremo sul de Goiás, onde solos de solos vermelhos favorecem o desenvolvimento agrícola de municípios como Itumbiara e Goiatuba, com o cultivo de algodão, amendoim e principalmente arroz;
• O sul de Mato Grosso do Sul, região que se caracteriza pela produção de soja, arroz, café, algodão, milho e, recentemente, até mesmo trigo.
• A Região de Campo Grande e Dourados (MS), destacam-se as produções de soja, milho, amendoim e trigo;
• Área do cerrado, abrange terras nas quais se pratica, em grandes propriedades, a pecuária extensiva de bovinos, com destaque para os estados de Goiás e Mato Grosso, que juntos abrigam 15% do rebanho nacional. Também se criam equinos, porém em menor proporção;
• Pantanal (MS), tradicional área pecuarista, onde se pratica uma pecuária ultra-extensiva de baixa qualidade, com numerosos rebanhos de bovinos e bufalinos.
Essas são as seis regiões mais importantes, mas não são as únicas em que se pratica a agricultura comercial. Ao longo da Rodovia Belém-Brasília, próximo a Campo Grande e a oeste de Brasília, novas áreas agrícolas se destacam, valorizadas por incentivos fiscais do governo, criação de condições de armazenamento, técnicas de controle da erosão, abertura de novas estradas e assistência técnica e financeira ao agricultor. Novos conceitos de agronomia e introdução de modernas técnicas de recuperação do solo têm tornado extremamente otimistas as perspectivas de cultivo nas vastas extensões de cerrado que recobrem o Centro-Oeste, antes pouco valorizadas e utilizadas apenas para apecuária.
Pecuária

Possuindo em média mais de quatro cabeças de gado para cada habitante, o Centro-Oeste dispõe de um enorme rebanho, destacando-se o gado bovino, criado geralmente solto, o que caracteriza a pecuária extensiva. Esse tipo de criação dificulta o aproveitamento do leite e, assim, praticamente todo o rebanho é destinado ao corte e absorvido pelo mercado consumidor paulista e pelos frigoríficos do oeste do estado de São Paulo. Apenas no sul da região é que a pecuária leiteira apresenta maior expressão, sobretudo em áreas mais urbanizadas e que dispõem de uma boa rede de transportes, facilitando a comercialização da produção. Parte do leite é industrializado por laticínios da própria região e do Sudeste.
A vegetação do cerrado não é de boa qualidade para a alimentação animal e por isso os rebanhos têm baixo rendimento, produzindo pouca carne. Para contornar esse problema, recorre-se às chamadas invernadas, fazenda de engorda onde o gadopassa um período para ganhar peso. Embora o gado seja abatido em Mato Grosso, as invernadas estão localizadas geralmente emMinas Gerais e São Paulo.
As áreas de campo do Pantanal, o cerrado próximo à Campo Grande e da parte sul de Goiás constituem as áreas pastoris de maior importância na região, onde, inclusive, se desenvolvem muitas pastagens artificiais. Essa atividade econômica enfrenta sérios problemas na área do Pantanal, onde as cheias frequentes forçam a entrada do gado para áreas mais altas. Recentemente, importantes áreas de pecuária têm sido implantadas ao longo das rodovias que ligam o Centro-Oeste à Região Norte.
Além dos bovinos, que representam 80% dos rebanhos do Centro-Oeste, destaca-se ainda o rebanho suíno, em Goiás.
Extrativismo
Extrativismo mineral

As riquezas minerais do Centro-Oeste são ainda mal conhecidas, mas mesmo assim a região se projeta como possuidora de excelentes reservas de ferro, manganês, níquel, cristal de rocha, ouro e diamante. O ferro e o manganês são encontrados em um grande bloco de rochas cristalinas, o Maciço do Urucum, que aflora em plena horizontalidade da Planície do Pantanal, em Mato Grosso do Sul. Embora abundantes, essas reservas são de baixa qualidade. Destinam-se ao abastecimento da usina siderúrgica Sobrás, em Corumbá, e o excedente é exportado para os Estados Unidos, Argentina e Uruguai. O cristal de rocha aparece emGoiás e também é destinado à Sobrás e à exportação, principalmente para o Japão. Em Goiás é encontrado ainda o níquel, enquanto o ouro e o diamante são extraídos, através do garimpo, principalmente em Mato Grosso.
Extrativismo vegetal

O extrativismo vegetal é uma atividade econômica importante sobretudo em áreas mais distantes dos grandes centros. Da imensa Floresta Amazônica, que recobre a parte norte da região, extraem-se borracha e madeiras de lei, como mogno, cedro, imbuia e outras. No sudoeste de Mato Grosso extraem o angico e a poaia, cujas raízes fornecem matéria-prima para a indústria farmacêutica; no Pantanal, a espécie de maior aproveitamento é o quebracho, do qual se extrai o tanino, utilizado no curtimento do couro; e no sul de Mato Grosso do Sul alternam-se o extrativismo vegetal e plantações de erva-mate.
Extrativismo animal

O extrativismo animal, representado pela caça, não possui expressão comercial regular e oficializada. Entretanto, praticam-se intensamente as atividades extrativas ilegais. A caça predatória tem como consequência a matança indiscriminada de jacarés e a extinção de inúmeras outras espécies de aves e animais terrestres, ocasionando grave desequilíbrio ecológico na região.
Entre os animais mais dizimados estão: a garças, caçadas por causa de suas penas; as lontras e ariranhas, devido à grande procura de suas peles no exterior; e os jacarés, cuja pele é utilizada na fabricação de cintos, bolsas, calçados, etc.
É também relevante a pesca de grandes peixes de água doce em importantes rios.
Setor secundário
Trata-se de uma atividade que vem crescendo no Centro-Oeste. As indústrias mais expressivas são recentes, atraídas pela energia abundante fornecida pelas usinas docomplexo de Urubupungá, no rio Paraná (Mato Grosso do Sul), de São Simão e Itumbiara, no rio Paranaíba, de Cachoeira Dourada (em Goiás) e outras menores. As indústriasmais importantes são as de produtos alimentícios, farmacêutica, de minerais não-metálicos e a madeireira.
A área mais industrializada e desenvolvida sócio-econômicamente do Centro-Oeste estende-se no eixo Goiânia-Anápolis-Brasília. Tem como destaque as indústriasautomobilística, farmacêutica, alimentícia, têxtil, de produtos minerais e bebidas. Outros centros fabris importantes são Campo Grande (indústria alimentícia), Cuiabá (indústria alimentícia e de borracha), Corumbá, favorecida pela proximidade do Maciço do Urucum para a obtenção de matérias-primas minerais, Catalão e Rio Verde em Goiás e Três Lagoas (Mato Grosso do Sul), que sozinha foi responsável por 0,15% do crescimento PIB brasileiro em 2007.
Goiás é o estado mais industrializado da Região. Neste estado está localizado o Distrito Agro-Industrial de Anápolis (DAIA) - o mais importante pólo industrial do Centro-Oeste - que na última década recebeu diversos tipos de indústrias, principalmente de medicamentos (o que faz do município o maior pólo farmo-químico do Brasil) e a montadora de automóveis sul-coreana Hyundai; além de Catalão, importante pólo mínero-químico e metal-mecânico, com destaque para a montadora de automóveis Mitsubishi e a montadora de máquinas agrícolas John Deere. Em Rio Verde, Itumbiara, Jataí, Mineiros e Mozarlândia encontram-se importantes indústrias no ramo alimentício; Uruaçu,Minaçu e Niquelândia, com indústrias de extração e processamento de minérios; Jaraguá, um pólo da indústria do vestuário e Senador Canedo, com um complexo petroquímico da Petrobras, atividades na indústria calçadista, atividades na industria alimenticia (JBS Friboí, Cicopal e Sol bebidas), além da gigante de bens de consumo Hypermarcas.
No estado de Mato Grosso do Sul, as indústrias se baseiam no extrativismo mineral já que nessa região a concentração de minérios de ferro é muito grande. Além disso emTrês Lagoas é de considerável vulto a produção de papel e celulose.
Setor terciário[editar | editar código-fonte]
Situada no centro geográfico do Brasil, a Região Centro-Oeste possui uma rede de transportes pouco desenvolvida, mas em franca expansão. Devido a seu desenvolvimento recente, manifesta os efeitos de uma política de transportes claramente influenciada por uma mentalidade rodoviária. Assim ganham destaque as ligações de Brasília com todas as outras capitais através de estradas imensas, como a Brasília-Acre e Belém-Brasília. Além dessas, temos a Cuiabá-Porto Velho, a Cuiabá-Santarém e a Transpantaneira, projetada para ligar Corumbá a Cuiabá, porém a partir de Cuiabá a rodovia para na localidade de Porto Jofre e a muitos outros trechos do Pantanal Mato-grossense. Em termos de ferrovia, destaca-se que se estabelece a ligação entre o Sudeste e a Bolívia.
A região dispõe, ainda, de aeroportos de grande movimento e é servida também por pequenos aviões que a cruzam em todos os sentidos.
Beneficiado por apresentar rios de planície que facilitam a navegação, o Centro-Oeste tem no município de Corumbá o seu principal porto fluvial. A região possui ainda dois importantes portos-secos: o Centro-Oeste (em Anápolis) e o Agesa (em Corumbá).
O estado de Goiás possui a segunda melhor e mais conservada malha rodoviária do país, apenas atrás de São Paulo. Nos últimos anos o Governo Federal vem investindo na duplicação de rodovias que ligam Goiânia a Brasília (BR-060), mas a BR-153, principal acesso ao norte do país, está há anos sem receber manutenção, principalmente no trecho entre Anápolis e Porangatu, na divisa com o Tocantins, neste trecho ela está esburacada e abandonada pelo Governo Federal.
No Mato Grosso, o transporte é deficiente devido às grandes distâncias e a falta de ajuda do governo federal. As estradas não oferecem segurança em grande parte devido ao descaso das autoridades. No Mato Grosso do Sul houve sensível melhora das rodovias nos últimos 10 anos, principalmente as rodovias federais e próximas de Campo Grande.








Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Centro-Oeste_do_Brasil

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Animais

Urubu-Rei





nome cientifico: Sarcoranphus papa, popularmente chamado de urubu-rei, urubu-real, urubuting, corvo-branco, urubu-rubixá e iriburubixá.
sobre o animal: Habitante de zonas tropicais a semitropicais, desde o México ate a republica argentina. Habita todo território brasileiro, onde sua caca é proibida, pois é considerada uma ave importante na limpeza da natureza: quando muitos animais são exterminados por doença, o urubu ajuda a controlar a epidemia comendo os animais mortos e agonizantes. Tem cabeça e pescoço nus, pintados de vermelho, amarelo e alaranjado, a parte superior do corpo amarelo-clara, esbranquiçada, asas e cauda pretas, o lado inferior branco, com plumagem branca e negra. Possui uma envergadura de 2,40 metros e peso que oscila de 3 a 5 kg. medindo cerca de 85 cm de comprimento. Na natureza, tem poucos predadores naturais, mas, devido a baixa reprodutividade da especie e a degradação do seu habitat, é uma especie cada vez mais rara de se observar.



Mais informações sobre o urubu-rei acesse: http://pt.wikipedia.org
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Urubu-rei



Região Nordeste




Dados Gerais 

A área do Nordeste brasileiro é de 1 554 291,607 km², equivalente a 18% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. A região possui os estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km de litoral e Piauí, com 60 km de litoral. A região toda possui 3338 km de praias.
Está situado entre os paralelos de 07° 12' 35" de latitude sul e 48° 20' 07" de latitude sul e entre os meridianos de 34° 47' 30" e 48° 45' 24", a oeste do meridiano de Greenwich. Limita-se a norte e a leste com o oceano Atlântico, ao sul com os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a oeste com os estados do Pará, Tocantins e Goiás.


Economia

A economia da Região Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia do Brasil, já que as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar predominaram e foram iniciadas no Nordeste do Brasil. O Nordeste foi a região mais rica do país até meados do século XVIII.
A Região Nordeste é, atualmente, a terceira maior economia do Brasil entre as grandes regiões. Sua participação no Produto Interno Bruto brasileiro foi de 13,4% em 2011, após a Região Sul (16,2% de participação no PIB) e à frente da Região Centro-Oeste (9,6% de participação no PIB). Ainda assim, é a região com o mais baixo PIB per capita. A distribuição de renda nessa região melhorou significativamente na década de 2000: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, a renda média no Nordeste sofreu um aumento real (já descontada a inflação) de 28,8% entre 2004 e 2009, passando de R$ 570 para R$ 734. Entre 2008 e 2009, o incremento foi de 2,7%. Foi a região que apresentou o maior incremento no salário médio do trabalhador nesse período.67
Em 2011 seu PIB nominal era de R$ 555,3 bilhões, superando o de países como Chile, Singapura e Portugal; e seu PIB nominal per capita, de R$ 10.379,55, superando o de países como Ucrânia, Tailândia e China. As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 8,5% do PIB nacional. Já os estados nordestinos com maior PIB per capita são Sergipe, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piaui. Em 2011, Ipojuca, em Pernambuco, era o município com maior PIB per capita da Região Nordeste, com R$ 116.198,31, além de décimo sexto do Brasil. Outros municípios nordestinos também figuravam entre os 100 com maior PIB per capita do país, como Guamaré-RN,São Francisco do Conde-BA, Cairu-BA e Candeias-BA.  Em contrapartida, no Nordeste também está localizada a cidade com o terceiro menor PIB per capita do Brasil: São Vicente Ferrer, no Maranhão, com R$ 2.679,66. Os 56 municípios de menor PIB per capita (que correspondem a 1,0% dos 5.570 municípios do país) tinham PIB per capita inferior a R$ 3.492,99 e estavam localizados em seis estados: Maranhão (19), Alagoas (7), Piauí (7), Bahia (6) e Ceará (1), na Região Nordeste; e Pará (16), na Região Norte. Entre os estados nordestinos, apenas Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe não possuem município com PIB per capita inferior a R$ 4.000,00.

O Polo Petroquímico de Camaçari, no estado da Bahia, é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul.
A capacidade energética instalada é de 10.761 MW .
A Região Nordeste goza desde o final da década de 2000 de um forte crescimento econômico. Mesmo durante a Crise econômica mundial de 2008-2009 a Região apresentou aumento no PIB: enquanto o PIB do Brasil recuou 0,2% em 2009 , o PIB de Pernambucocresceu 4%; o PIB do Ceará, 3,4%; e o PIB da Bahia, 2,2% . Esse crescimento amenizou o impacto da maior crise do capitalismo dos últimos 80 anos na economia brasileira.
O Banco do Nordeste aumentou para 8,3% a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste em 2010. A previsão é de que o acréscimo seja superior ao do Brasil, cuja evolução deve ser de 7,5% em 2010.





Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil

sábado, 11 de outubro de 2014

Animal

Quati




O quati é um mamífero da ordem carnívora, da família procyonidae, e do gênero nasua. O grupo esta distribuído desde o Arizona ate o norte da argentina, possuindo tres especies: Nasua nasua, Nasua narica e Nasua nelsoni.

A palavra quati é derivada do termo tupi akwa'tim, que significa "nariz pontudo". Nasua vem do latim Nasus, "nariz". É uma referencia ao comprido focinho dos representantes deste grupo.

É um mamífero parecido com o guaxinim, possuindo entretanto o nariz mais comprido e o corpo mais alongado. Com patas que lembram um pouco as dos ursos, muito uteis para escalada em arvores. É cinzento amarelado, porem muito variável, havendo indivíduos quase pretos e outros bastante avermelhados, focinho e pés pretos, cauda com 55 centímetros, com sete a oito aneis pretos. Mede de corpo, 60 centímetros. Vivem em bandos de 4 a 20 indivíduos, é praticamente onívoro e se adapta facilmente ao cativeiro. São animais diurnos, mas as vezes os machos fazem atividades noturnas (os machos vivem sozinhos, juntando aos bandos somente na época de acasalamento que acontece no fim da primavera).

São encontrados desde o Panamá (America Central) ate a argentina. os bandos são formados de fêmeas e machos jovens. Os quatis se alimentam de minhocas, insetos e frutas. Aprecia também ovos, legumes e especialmente lagartos. Não gosta de agua mas pode nadar bem. Dorme em arvores enrolado como uma bola e não desce antes do amanhecer.




fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Quati

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Animal

Mustang




Os mustangues (do ingles Mustang) sao cavalos selvagens (na verdade, cimarrons ou assilivestratos) dos Estados Unidos. O nome vem do mustang mesteno. Isso ocorre porque os mustangues são descendentes diretos de cavalos levados para a America por conquistadores espanhóis no sec. XVI. por isso é que outros colonizadores europeus, posteriormente aos colonizadores espanhóis encontraram tribos indígenas andando a cavalo, pois esta raca não existia na América no momento em que foi descoberta por espanhóis (embora o ancestral do cavalo venha do continente, acabou morrendo apos a deriva continental).

As vastas planícies dos EUA e a ausência de predadores naturais contribuíram para sua vasta expansão. De fato uma manada de mustangues pode dobrar de tamanho a cada 5 anos.

Foram altamente apreciados pelos aborígenes e pioneiros por serem dotados de grande resistência e força, produto de um enorme desenvolvimento muscular.

 No inicio do sec. XX. os mustangues chegaram a 2 milhões de exemplares. se tornou um problema para os agricultores, pois competiam com seus bovinos para pastagens. Assim começou sua caça, e seu numero foi reduzindo gradualmente ate que chegou a apenas cerca de 320.000 animais no final da década de 1960. dado o rápido declínio do numero de indivíduos, em 1971 no congresso dos Estados Unidos foi declarada uma lei que declarou o mustangue como especie protegida.

Hoje, os cavalos selvagens estão protegidos por uma lei dos EUA, mas desapareceram de vários estados, onde havia populações. as poucas centenas de cavalos selvagens sobrevivem em Alberta e Columbia Britânica, no Canada. A BLM considera 27.000 indivíduos um numero possível, mas os mustangues selvagens atualmente excedem os 33.000. Outros 30.000 cavalos estão em exploração em ambiente não selvagem.


Este post é oferecido especialmente para nossa colega do facebook Aline Alves que adora cavalos.


E se você quer que o animal que você mais gosta seja mostrado aqui também, entre em contato e nos diga qual é o seu animal favorito.
obrigado!



fonte:  http://www.wikipedia.org/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

mamiferos

Zebra-da-planície 




nome cientifico: Equus quagga
onde vive: É uma especie de equídeo existente na savana africana. É a especie de zebra com maior distribuição geográfica. Ocorre da Etiópia passando pelo leste da Africa ate o sul, chegando a africa do sul e angola.
características: É um animal social, vive em grupos, composto por varias fêmeas com suas crias, liderados por um macho dominante. Existem também grupos de machos solitários, que são muito velhos ou jovens de mais para competir com outros machos, alem daqueles que ainda não tem um grupo ou foram derrotados. São animais parecidos com os cavalos ao contrario da zebra-de-grevy que se assemelha ao asno. Suas listras marcantes podem ter varias funções: desde afastar moscas ate camuflagem. Geralmente vivem em pastagens sem arvores e bosques de savana, se alimenta principalmente de pastagem, mas pode comer galhos e folhas e precisam beber água diariamente.
tamanho: Mede de 217 a 246 centímetros de comprimento, com comprimento da calda de 47 a 56 centímetros, no ombro sua altura é de 110 a 145 centímetros, os machos são ligeiramente maiores que as fêmeas, tendo seu pescoço mais alongado também.
Com listras preto e branco distintas, são facilmente reconhecidas. cada zebra possui um padrão diferente. Os padrões de suas listras diferem de outras especies de zebras.


curiosidade: a zebra pode ser uma presa facil para leoes e outros predadores africanos, porem ela se defende com mordidas, e, pode chegar a matar um leao ao quebrar a mandibula com seu forte coice.

veja mais sobre este fascinante animal em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Equus_quagga

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Equus_quagga

Região Norte



dados gerais

A Região Norte ocupa uma área de 3 853 676,948 km², correspondendo a 45,27% do Brasil, ontologicamente a maior região brasileira em extensão territorial. Neste território regional situam-se os estados mais extensos do Brasil, Amazonas e Pará, respectivamente. Ainda, os três municípios brasileiros mais extensos também estão localizados na macrorregião: Altamira, Barcelos e São Gabriel da Cachoeira, que possuem cada um mais de 100.000 km², uma extensão superior a aproximadamente 105 países mundiais, superando ainda a área dos estados de Alagoas, Sergipe, Rio de Janeiro e Espírito Santo juntos. Limita-se ao sul com os estados de Mato Grosso e Goiás, além da Bolívia, a leste com o Maranhão, Piauí e a Bahia, a oeste com o Peru e com a Colômbia e a norte com Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.

clima

Algumas latitudes podem criar uma região com climas quentes e úmidos. A existência de calor e da enorme massa líquida favorecem a evaporação e fazem da Região Norte uma área bastante úmida. Dominada assim por um clima do tipo equatorial, a região apresenta temperaturas elevadas o ano todo (médias de 24°C a 26°C), uma baixa amplitude térmica, com exceção de algumas áreas do Amazonas, Rondônia e do Acre, onde ocorre o fenômeno da friagem, em virtude da atuação do La Niña, permitindo que massas de ar frio vindas do oceano Atlântico sul penetrem nos estados da região Sul, entrem por Mato Grosso e atinjam os estados amazônicos, diminuindo a temperatura. Isto ocorre porque o calor da Amazônia propicia uma área de baixa latitude que atrai massas de ar polar. Ocorrendo no inverno, o efeito da friagem dura uma semana ou pouco mais, quando a temperatura chega a descer a 6°C em Vilhena (RO), 10°C em Lábrea (AM), 12°C em Porto Velho (RO), 13°C Eirunepé (AM), 15ºC em Marabá (PA) e até 9°C em Rio Branco (AC).
O regime de chuvas na região é bem marcado, havendo um período seco, de junho a novembro, e outro com grande volume de precipitação, Dezembro a Maio. As chuvas provocam mais de 2.000 mm de precipitação anuais, havendo trechos com mais de 3.000 mm, como o litoral do Amapá, a foz do rio Amazonas e porções da Amazônia Ocidental.
A Região Norte apresenta o clima mais úmido do Brasil, sendo comum a ocorrência de fortes chuvas. São características da região.As chuvas de convecção ou de "hora certa", que em geral ocorrem no final da tarde e se formam da seguinte maneira: com o nascer do Sol, a temperatura começa a subir, ou seja, aumentar em toda a região, aquecimento que provoca a evaporação; o vapor de água no ar se eleva, formando grandes nuvens; com a diminuição da temperatura, causada pelo passar das horas do dia, esse vapor de água se precipita, caracterizando as chuvas de "hora certa".

Economia

A economia da região baseia-se nas atividades industriais, de extrativismo vegetal e mineral, inclusive de petróleo e gás natural, agricultura e pecuária, além das atividades turísticas.
Em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) da Região Norte representava 5,3% do PIB nacional. Foi a região brasileira que apresentou o maior crescimento econômico em um período de oito anos, passando de 4,7% em 2002 a 5,3% em 2010, em concentração do PIB brasileiro. Com um crescimento em volume do PIB de 14,2% e 74,2%, respectivamente, o Tocantins foi o estado que apresentou o maior crescimento em volume. Entretanto, as maiores contribuições econômicas da Região em 2010 continuaram a vir dos estados do Pará, Amazonas e Rondônia. No Pará, destacou-se a recuperação internacional do preço do minério de ferro, que representa um grande peso na economia do estado. O Amazonas apresentou uma grande recuperação da indústria de transformação, seriamente abalada pela crise econômica de 2008. Rondônia, por sua vez, obteve o maior ganho de participação na atividade agropecuária dentre todos os estados entre 2002 e 2010.
Além disso, em âmbito nacional, Amazonas e Rondônia subiram uma posição na Lista de estados brasileiros classificados por PIB. O Amazonas passou de 15º para 14º estado mais rico do país em 2010, ultrapassando o Mato Grosso, que caiu uma posição no referido ano. Rondônia deixou a 23ª posição e passou a ocupar a 22ª, desbancando o Piauí, que também caiu uma posição entre os estados.
Dos sete estados da região, apenas Pará e Amazonas integram o chamado "Grupo Econômico Intermediário", formado por nove estados brasileiros que representam entre 2,6% e 1,2% da economia brasileira. Além do Pará e Amazonas, que representam 2,1% e 1,6%, respectivamente, da economia do país, fazem parte deste grupo os estados de Goiás, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Os demais estados da região representam menos de 1% da economia brasileira. Por ordem, seguem-se os estados de Rondônia (0,6% da economia nacional), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e Roraima (0,2%).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil